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Hoje é um daqueles dias que eu queria virar um pó e voar por aí, porque às vezes pensar e ser dói demais.

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[info]lally_remains
Hoje eu tava num puta mau humor. Mas melhorou =)

"O seu rosto vinha em flashes na minha cabeça, em meio ao local negro que eu me encontrava. Não conseguia me ver, ou mesmo agitar as mãos na frente dos meus olhos, como se eu estivesse amarrada dentro da escuridão. A risada de Kalona veio alta de súbito, e via a ele, com suas belas asas negras correndo em um campo junto a Neferet.

Eles se afastavam deste campo claro lentamente, como se eu visse um filme ao qual tinha medo e não queria saber do final. Dentro dessas cenas, Heath chorava perto de mim, podia sentir seu cheiro. Mas não podia tocá-lo, não podia efetivamente respirar em seu pescoço ou mesmo ver seu rosto cheio de emoções contrastantes.

Lembrei da mentira que contou aos seus pais e fiquei imaginando o que eu diria a eles quando voltasse. Fiquei pensando que ele lembrou de quando eu chorei em Titanic, e que, de certa forma, ele era o Jack afundando e eu era a Rose com um apito sem forças para assoprar. Pensei que não seria forte o bastante para chegar ao bote.

Afundar era mais fácil. Morrer é fácil."

Entre mundos, a House of Night fanfiction
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hauahuahuahuahua
[info]lally_remains
Na vida a gente tem que relevar as coisas ruins... e nos permitir à algumas bobagens:
1 médico = um doutor
2 médicos = uma cirurgia
3 médicos = uma clínica
4 médicos = uma putaria .

1 advogado = um doutor
2 advogados = um escritório
3 advogados = uma reunião
4 advogados = uma quadrilha .

1 arquiteto = uma bicha
2 arquitetos = uma bicha e um carnavalesco
3 arquitetos = uma bicha, um carnavalesco e um cabeleireiro
4 arquitetos = uma festa gay

HAUHAUHAUHAUHA
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[info]lally_remains
Eu esqueci qual a minha senha do wordpress. Bem, isso não é exatamente uma novidade, I suck at passwords. Na verdade, eu costumo mais esquecer os logins do que o password efetivamente... Mas isso não é importante.
Este ano decidi retomar um hábito antigo e até mesmo meio vergonhoso: ter um diário. Ajuda a desestressar. Cheguei à esta conclusão depois de outubro, que de longe, foi o mês mais agitado e nebuloso do meu ano. Da minha vida, é difícil dizer. Parece que eu passo, once in a while, por um período de intensas turbulências sem saber exatamente porquê. Deve ser uma destas lições de vida ou situação pela qual eu devo passar para aprender sobre alguma coisa.
Eu costumo dizer que tudo se toma um aprendizado. E é verdade, mesmo a pior merda que acontece com a gente precisamos tirar um aprendizado. Não é para dar uma de boazona ou hipócrita: é simplesmente verdade. Pollyana dizia que precisamos tirar algo positivo. Mas nem sempre existe o tal positivo, por isso, a lição é muito mais abrangente e válida: nem sempre aprendemos coisas boas. Aprendemos coisas ruins também.
Eu aprendi que nem tudo é o que parece. E que por mais que tenhamos amor e confiança, isso tem um limite e esse limite é traçado de acordo com a nossa capacidade de absorver o bom e descartar o ruim. Infelizmente, são poucas as pessoas as quais poderão nos ouvir quando queremos. Na maior parte do tempo, somos procurados quando precisam e nos dão as costas quando precisamos.
Não posso dizer que sou totalmente independente, mas ao longo da minha vida desenvolvi a habilidade de precisar muito pouco das pessoas. Ficar sozinha é chato e deprimente, mas não me deixa mais no fundo do poço como quando eu tinha 13, 14 anos. Popularidade é algo que pra mim nunca rolou nem vai rolar.
Não fiquei aborrecida, mas achei engraçado outro dia um amigo da Naru me dizer que sou estranha sem sequer ter tido conversas o suficiente para fazer um julgamento. Normalmente, a gente conhece para depois pontuar. Regardless that, eu não me importei, foi o que eu lhe disse: não é como se fosse a primeira vez que me dissessem tal coisa.
Em alguns momentos de excessiva auto-crítica, imaginei se o problema estaria comigo e se eu quem precisaria resolver todos os meus problemas e subitamente engolir a fórmula mágica da felicidade. A vida me ensinou nesse pouco tempo que estou vagando que as fórmulas mágicas são para filmes e que depressão é para quem tem dinheiro. Eu não posso me dar ao luxo de ficar o dia todo deitada porque sei que vão me encher o saco. Não posso simplesmente ficar chorando sem que achem que é por bobagem ou que digam como tem alguém que está na maior merda que eu, que tudo podia ser pior, etc.
Acho que me falta um pouco de cinismo para certas coisas, mas não tem problema. Work in progress. As a book.
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Uau!
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 Quanto tempo eu não posto aqui, meldels. Tanta coisa aconteceu nesse meio-tempo que nem dá para resumir. Dá para fazer, entretanto, um comparativo do ano passado para este e devo dizer, cara, minha vida MUDOU TOTALMENTE. 
Eu curto mais o lj do que o wordpress, mas eventualmente volto pra lá.


Estou sem vontade de escrever.

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[info]lally_remains
  • Engraçado como que a cada ano a gente se sente mais sozinho. Parece que a hipocrisia das pessoas aflora e de repente nos vemos totalmente sem saída. E então aquelas que se dizem suas amigas brigam contigo por qualquer motivo idiota e então depois tudo isso vira pó. Ou aquela que nunca te liga de repente te chama para sair com a mesma impessoalidade de como tivessem se visto no dia anterior. Ou tem a outra também, que se diz sua amiga do peito e não conta nem como vai, ou algo assim.

  • Pra que tanta falsidade indiferença?

  • Isso aqui é meu e eu falo quando quiser e o que quiser. E acho o mundo, de maneira geral, muito falso. E às vezes eu me sinto compelida a entrar neste ciclo vicioso só para me sentir mais parte de algo que eu não acredito... Mas nas vezes predominantes, eu simplesmente ligo o 'FODA-SE' e continuemos a vida. Não é como se eu pudesse fazer alguma coisa né?



Vinte minutos

Ele a beijou. Não era um beijo gentil, calmo, como tantas vezes fizera. Era um gesto sem perdão, o ósculo mais puro e impiedoso, que mostrava cada pedaço da fraqueza dos dois, do ódio, da angústia e do proibido. Tinha gosto amargo, de lágrimas, aquelas mesmas que corriam pelo seu rosto a cada vez que ele tocava sua cintura ou seu rosto daquele jeito que a desarmava. Ou o próprio bolo da garganta que se formava nele, quando os seus cílios tremiam e o chocolate se fundia ao chumbo, para experimentar a cor de sua vida.
 
Tinha cheiro de laranjas, canela em pó misturada nesse suco, e dama da noite com o pólen discreto. E sua menta ardida, junto com âmbar, e tristeza. Não soube como um beijo tinha perfume, mas com ela tinha. Podia ser mais um defeito que Hermione carregava.
 
Em vinte minutos ele acabaria com a vida dela.
 
Mentira.
 
Agora eram dezenove.



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Quero deixar algo claro...

Eu odeio gente idiota.

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- Volume total de arquivos de música no meu computador:
Uns 18 gb, porque o resto são com fotos e fics.

- Último CD que eu baixei:
The Phantom of the Opera - Double Edition

- Ouvindo agora mesmo:
Natalie Merchant - My Skin

- Cinco músicas que falam comigo:
Come what may - Moulin Rouge Soundtrack
Requiem for a Dream - Lux aeterna
Comptine dun 'autrè été - Yann Tiersen
Chasing cars - Snow Patrol
Draw me - Sonata Arctica

Intimadas a responder...
Quem passar aqui, ou seja, quase ninguém <o//////

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Hoje o dia foi tão gostoso!

Almocei em casa, fui ver A Bússola de Ouro, muuuuuuuuito foda! *-*

E depois jantei com o godo no Spoletto, aí a gente veio de carro para casa *-*

Vou sentir saudade até domingo ._.



Adoro Lacrimosa *-*

Vamos ver se termino Vinte Minutos hoje...

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Naru é um ser tão apertável u.u Deixa de chorar que eu tô terminando seu fic Ò.Ó

Por outro lado, vamos postar os outros milhões que estou escrevendo >> Por que não páro de ter idéias? T^T

Desejo cadente - I Challenge de Ginny Weasley (POV dela)
Lembro também que nas vezes que eu e Ron conversávamos sobre qualquer coisa – afinal, éramos apenas crianças – e sentávamos no telhado, podíamos ver o céu estrelado. E eu sempre admirei a noite, ela exercia um fascínio sobrenatural sobre mim. Talvez porque quando nosso quarto estava iluminado por velas fracas, eu podia admirar a magnitude do veludo molhado com granulado salpicado, grudado como doce.

Algumas vezes, uma estrela se movia, e a sua cauda incandescente iluminava o céu, para mim, de maneira esplêndida. Depois de dias, quando fiquei do lado de fora com meu irmão, ele me explicou que se tratavam de estrelas cadentes. Elas concediam desejos. Não soube exatamente o que isso significava, mas de alguma forma, esses corpos pareciam se comunicar comigo. Não sei dizer se era ilusão da minha mente pueril, entretanto, podia vislumbrar estrelas caindo e a cauda flutuando no mesmo tecido, manchando o granulado de prata, até sumir completamente.

Aqueles momentos ao lado dele eram tão doces, tão únicos, que posso revivê-los quando eu vejo nossas fotos encantadas. Ron me contava tudo por corujas, mesmo que não fosse fã de escrever cartas. Detalhes sobre como conheceu o ilustre Harry Potter – minha eterna paixão platônica – e a ‘menina-pesadelo’ Hermione Granger, que veio a ser sua melhor amiga, esposa, anos mais tarde.

A maneira que Harry quase morrera no seu jogo de Quadribol com o feitiço de Quirrel, como Professor Snape era insuportável e o mérito de ter ganhado pontos para Gryffindor pelo seu talento com xadrez de bruxo. Ele me ensinou a jogar, porque disse que talvez um dia fosse muito útil. Na verdade, eram os momentos que eu mais me sentia próxima a ele, enquanto observávamos as peças encantadas se moverem com a simetria peculiar de um tabuleiro, trocando sorrisos discretos e risadas com as conversas que nunca acabavam.




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Cicatriz - Blood + - Saya POV pós-wakening do último episódio

Minha pele é branca. Não por falta de sol, quando às vezes corro, fico horas embaixo dele, suando, com um impulso para continuar. Mas talvez meu sistema não tenha melanina, a pigmentação necessária para me dar uma tonalidade mais dourada. Eu não gosto muito de maquiagem, então a palidez do meu rosto é algo comum.

O engraçado é ver que depois de tantas batalhas, cortes, sangue, dores, não me resta sequer um arranhão. Olhar meu reflexo nu em frente ao espelho é ver o amontoado de pele branca, lisa, com suas curvas naturais. Não tenho nenhuma marquinha de travessuras infantis, das vezes que caí enquanto tentava praticar equitação ou mesmo quando duelei com meu mestre.


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Título a definir - Spiral - 3ª pessoa - AyumuxHiyono Angst/Romance

Confiança é uma palavra bela e delicada, ainda mais quando as relações se iniciam na própria desconfiança. Entender sentimentos não é fácil, por mais claros que eles sejam ou o quão óbvios eles se mostrem. E definitivamente, Ayumu estava se sentindo traído. Ela quebrou a relação de contar com ele desde o primeiro momento quando o interceptou falando “Senhor acusado? Sou Hiyono Yuizaki do clube de jornalismo...”. E o que se passava entre os dois?

Era complicado definir. Nunca teve uma afeição romântica por ele, pelo menos não até o momento em que foi chutada para fora de sua vida com apenas um olhar. Sabia que sua vida seria salva, mesmo se isso significasse o fim da vida dele. Podia fechar os olhos e entregar-se às suas mãos, que teria cuidado, beirando ao carinho tamanha a delicadeza em alguns momentos. E claro, não podia esquecer que era dotado de uma exímia habilidade culinária...

De qualquer forma, tudo isso parecia desimportante.

Destrancou o apartamento depois de arrastar-se pelas escadas com as pesadas malas. Seus pais não moravam mais lá. Era adulta, tinha um emprego, responsabilidades e remorso para lidar. Sozinha, como deveria ser. E sabia, que com toda a dor e arrependimento que sentia desde três anos atrás, fora escolha sua.

Ou apenas esses termos não estavam claros quando pactuou com Kiyotaka.



E esses vão aumentando... @_@

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